BENZILPENICILINA POTÁSSICA
Apresentações:
Pó para solução injetável - 5.000.000UI
Benzilpenicilina Potássica
Referência: Penicilina G Potássica
Ação Terapêutica: Antibióticos
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Pó para solução injetável - 5.000.000UI
INDICAÇÕES
Infecções estreptocócicas (grupo A, C, H, G, L e M). Infecções da orofaringe, otitte média e do trato respiratório inferior. Endocardite estreptocócica. Meningite meningocócica. Antraz. Actinomicose.
POSOLOGIA
Adultos: 400.000UI a 5.000.000UI/dia, via IM profunda, de 12/12h ou 24/24h.
Crianças: administrar 25.000 a 90.000UI/kg/dia, via IM profunda, divididos em 3 a 6 doses.
A dose e a duração da terapia dependerão da idade, sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção, e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente.
CONTRA-INDICAÇÕES
Reação de hipersensibilidade às penicilinas.
EFEITOS ADVERSOS
Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas, desde as formas maculopapulosas até dermatite esfoliativa; urticária; edema de laringe; reações semelhantes à doença do soro, incluindo febre, calafrios, edema, artralgia e prostração). Reações como anemia hemolítica, leucopenia, eosinofilia, trombocitopenia, neuropatia e nefropatia são infreqüentes e estão associadas com altas doses de penicilina.
Reações decorrentes da administração intravascular: palidez, cianose ou lesões maculares nas extremidades distal e proximal do local da injeção, seguidas de formação de vesículas, edema intenso, fibrose e atrofia do quadríceps femural.
INTERAÇÕES
Sinergia com aminoglicosídeos. Tetraciclinas diminuem seu efeito.
A probenecida diminui a taxa de excreção das penicilinas, assim como aumenta os seus níveis séricos.
PRECAUÇÕES
Usar cautelosamente em indivíduos com história de alergia intensa e/ou asma. Nos tratamentos prolongados, particularmente quando são utilizados regimes de altas doses, recomendam-se avaliações periódicas das funções renal e hematopoiética.
Deve-se evitar a injeção intra-arterial ou intravenosa, ou junto a grandes troncos nervosos (podem produzir lesões neurovasculares sérias, incluindo mielite transversa com paralisia permanente, gangrena, requerendo amputação de dígitos e porções mais proximais das extremidades, necrose ao redor do local da injeção).
Referência: Penicilina G Potássica
Ação Terapêutica: Antibióticos
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Pó para solução injetável - 5.000.000UI
INDICAÇÕES
Infecções estreptocócicas (grupo A, C, H, G, L e M). Infecções da orofaringe, otitte média e do trato respiratório inferior. Endocardite estreptocócica. Meningite meningocócica. Antraz. Actinomicose.
POSOLOGIA
Adultos: 400.000UI a 5.000.000UI/dia, via IM profunda, de 12/12h ou 24/24h.
Crianças: administrar 25.000 a 90.000UI/kg/dia, via IM profunda, divididos em 3 a 6 doses.
A dose e a duração da terapia dependerão da idade, sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção, e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente.
CONTRA-INDICAÇÕES
Reação de hipersensibilidade às penicilinas.
EFEITOS ADVERSOS
Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas, desde as formas maculopapulosas até dermatite esfoliativa; urticária; edema de laringe; reações semelhantes à doença do soro, incluindo febre, calafrios, edema, artralgia e prostração). Reações como anemia hemolítica, leucopenia, eosinofilia, trombocitopenia, neuropatia e nefropatia são infreqüentes e estão associadas com altas doses de penicilina.
Reações decorrentes da administração intravascular: palidez, cianose ou lesões maculares nas extremidades distal e proximal do local da injeção, seguidas de formação de vesículas, edema intenso, fibrose e atrofia do quadríceps femural.
INTERAÇÕES
Sinergia com aminoglicosídeos. Tetraciclinas diminuem seu efeito.
A probenecida diminui a taxa de excreção das penicilinas, assim como aumenta os seus níveis séricos.
PRECAUÇÕES
Usar cautelosamente em indivíduos com história de alergia intensa e/ou asma. Nos tratamentos prolongados, particularmente quando são utilizados regimes de altas doses, recomendam-se avaliações periódicas das funções renal e hematopoiética.
Deve-se evitar a injeção intra-arterial ou intravenosa, ou junto a grandes troncos nervosos (podem produzir lesões neurovasculares sérias, incluindo mielite transversa com paralisia permanente, gangrena, requerendo amputação de dígitos e porções mais proximais das extremidades, necrose ao redor do local da injeção).
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